Manual para cadastramento e inscrição para as provas de Radioamador e Radiotelefonia

  1. 1)      Acessar o site da ANATEL: www.anatel.gov.br
  2. 2)      Clicar no link SISTEMAS

3)      Logo em seguida acessar o link SITARWEB

  1.  4)  Clicar no link -  SEC - Sistema de Emissão de Certificado

 5)      Caso já tenha uma senha de acesso, informe o CPF e a senha nos campos especificados e clique no botão CONFIRMAR.

  1. 6)      Se for o primeiro acesso, o usuário deve se cadastrar.  

7)    Preencha os dados solicitados. É obrigatório o cadastro de um e-mail para poder receber a senha de acesso.

8)      Após receber a senha, realize o item 5.

     9)      Faça sua inscrição na prova selecionando:

MENU PRINCIPAL

INSCRIÇÃO

            INCLUIR

  1. 10)   Selecione a UF (estado) e tipo de certificado e confirme.

     11)   Verifique as datas de provas disponíveis e clique na data para fazer a inscrição.

TODOS OS CANDIDATOS DEVEM CHEGAR AO LOCAL DA PROVA COM ANTECEDÊNCIA MÍNINA 
DE 1(UMA) HORA DO HORÁRIO DA PROVA.

O MAIOR TELEVISOR

Com 2,4 metros de largura e 1,4 metros de altura, a TV possui 215
quilos e tem um painel de 103 polegadas. Maior que um colchão de casal e
quase tão pesada quanto um piano, a TV é produzida pela Matsushita e
será lançada no mercado sob a marca Panasonic, em 2007.
    O aparelho será capaz de reproduzir conteúdo em alta definição pelo
padrão 1080p, conhecido por integrar a categoria HDTV (TV de alta
resolução) e ser composto por 1080 linhas de resolução horizontal. Em um
televisor widescreen, a resolução atingida é de 1920 x 1080 pixels, o
que resultaria em cerca de 2 milhões de pixels de definição.
    Mas, para quem pensa que a Panasonic terá exclusividade no
lançamento de um megatelevisor, engana-se. A Samsung tem planos de
colocar no mercado, também no ano que vem, um aparelho quase do mesmo
tamanho, com 102 polegadas. A maior TV de plasma existente no mercado,
também da Panasonic, tem 65 polegadas e custa, em média US$ 7.500.
Estima-se, que o novo aparelho, de 103 polegadas, custe cerca de US$
11.000 (aproximadamente R$ 25 mil).


SOM ATRAVÉS DOS OSSOS

    Foram lançados recentemente no Japão fones de ouvido que utilizam os
ossos como condutores do som. O método de transmissão de informação
permite que se possa ouvir música até mesmo embaixo d´água. As vibrações
musicais são enviadas para o cérebro através do crânio. A invenção
baseia-se na possibilidade de o ser humano conseguir sentir os
batimentos cardíacos no ouvido, como se o coração ficasse na cabeça. A
sensação deu início a uma série de estudos que comprovaram a transmissão
de sons através dos ossos. O aparelho, chamado de Vibone EZ-80WP, está
disponível no Japão desde meados de julho e custa cerca de US$ 170.

ELETROMAGNETISMO - FUNDAMENTOS E APLICAÇÕES

    Autor: William Cesar Mariano
    Editora: Érica
    Contatos: www.editoraerica.com.br

    O livro apresenta de forma simples a disciplina de Eletromagnetismo
sem o comprometimento da parte teórica. A obra inicia com o estudo da
Lei de Coulomb, seguida pelas equações de Maxwell nas formas integral e
diferencial; o gradiente e a relação entre potencial e campos elétricos;
as densidades de corrente e a equação da continuidade; o laplaciano e as
equações de Poisson e Laplace; o rotacional; a Lei Circuital de Ampère e
exercícios para fixar os assuntos estudados.

* * * RADIOAMADORISMO * * *

ARTIGOS



A MORTE DO CÓDIGO MORSE


The Economist

           Equipamentos baseados em satélites puseram fim, este mês, no modo de comunicação ancestral da Internet

           "Chamando a todos. Este é nosso último grito antes do nosso eterno silêncio." Surpreendentemente essa mensagem que se espalhou pelas ondas de rádio em pontos e traços do Código Morse em 31 de janeiro de 1997 não foi uma transmissão desesperada de operador de rádio em um navio prestes a afundar. Em vez disso foi uma mensagem que sinalizava o fim do uso do Código Morse para pedidos de socorro nas águas francesas. Desde 1992, os países ao redor do mundo vêm desativando seus equipamentos de Morse com despedidas (embora menos poéticas), à medida que a navegação mundial migra para um novo sistema, baseado em satélites, o Sistema Global de Emergência e Segurança Marítima (GMDSS). O prazo final para a troca para novo sistema foi 1º de fevereiro último, data considerada "fim de uma era".

           Os pontos e traços não morrerão por completo - eles continuam a ser usados por operadores de rádio amador, espiões e alguns membros das forças armadas, mas a troca pelo GMDSS marca o fim da última utilização internacional significativa do Morse. O código, entretanto, teve períodos de sucesso. Desde suas origens em 1832, quando um inventor americano chamado Samuel Morse começou rabiscando em seu caderno de anotações o código se transformou no padrão mundial para o envio de mensagens por cabo e posteriormente por ondas de rádio. O Código Morse foi, com efeito, o protocolo de rede para a primeira Internet do mundo: a rede internacional de telégrafo, cujos cabos envolviam o globo na segunda metade do século XIX.

           Para uma tecnologia normalmente associada a operadores de rádio em navios ameaçados de afundar, a idéia do Código Morse teria ocorrido a Samuel Morse quando estava a bordo de um navio que cruzava o Atlântico. Na época, Morse era pintor e inventor ocasional, mas quando outro dos passageiros do navio o informou sobre recentes avanços em teoria elétrica, Morse foi tomado repentinamente pela idéia de construir um telégrafo elétrico.

           Outros inventores vinham tentando fazer justamente isso durante a maior parte do século. Morse conseguiu e agora é lembrado como "o pai do telégrafo", em parte graças a sua obstinação - levou 12 anos, por exemplo, antes que conseguisse dinheiro do Congresso americano para construir sua primeira linha de telégrafo, mas também por motivos técnicos. Comparados com os projetos concorrentes de telégrafo elétrico, como o telégrafo de agulha desenvolvido por William Cooke e Charles Wheatstone na Inglaterra, o projeto de Morse era muito simples: exigia pouco mais do que uma "chave" para enviar mensagens, um receptor acústico para captá-las e um cabo ligando os dois. Mas, apesar do equipamento de Morse ser simples, havia um problema: para poder usá-lo os operadores tinham de aprender um código especial de pontos e traços que ainda leva seu nome.

           Originalmente, Morse não pretendia usar combinações de pontos e traços para representar letras específicas. Seu primeiro código, esboçado no seu caderno de anotações durante a viagem transatlântica, usava pontos e traços para representar algarismos de 0 a 9. A idéia de Morse era que as mensagens consistiriam em séries de números correspondentes a palavras e frases em um dicionário especial numerado. Mas Morse abandonou posteriormente esse plano e, com a ajuda de um associado, Alfred Vail, criou o alfabeto Morse, que podia ser usado para soletrar mensagens letra por letra.

           No começo, a necessidade de aprender esse código aparentemente complicado fez com que o telégrafo de Morse parecesse difícil, em comparação com outros projetos que facilitavam a operação. O telégrafo de Cooke e Wheatstone, por exemplo, usava cinco agulhas para picotar letras em uma malha com formato de diamante. Mas também exigia cinco cabos entre as estações de telégrafo. O telégrafo de Morse precisava de apenas um. E algumas pessoas tinham uma facilidade natural pelo Código Morse.

           A medida que a telegrafia elétrica decolava no começo da década de 1850, o telégrafo de Morse se tornou rapidamente dominante. Foi adotado como padrão europeu em 1851, permitindo ligações diretas entre as redes de telégrafo de diferentes países. (A Inglaterra preferiu não participar, mantendo os telégrafos de agulha por mais alguns anos.) Por essa época, o Código Morse tinha sido revisto para permitir acentos e outros caracteres estrangeiros, resultando na ruptura entre o Morse americano e o internacional, que continua até hoje. Nos cabos submarinos internacionais, oscilações à esquerda e à direita de um feixe de luz refletido de um pequeno espelho rotativo eram usadas para representar pontos e traços.

           Enquanto isso, uma subcultura telegráfica distinta estava emergindo, com seus costumes e vocabulários próprios e uma hierarquia baseada na velocidade com que os operadores conseguiam enviar e receber Código Morse.

           Os operadores de primeira classe, que conseguiam enviar e receber a velocidades de até 45 palavras por minuto, conduziam o movimento da imprensa, obtendo os empregos mais bem remunerados nas grandes cidades. No fim da hierarquia estavam os operadores rurais lentos e inexperientes, muitos dos quais trabalhavam nas linhas como empregados de jornada reduzida.

           À medida que seu Código Morse melhorava, no entanto, os operadores rurais descobriam que sua recém-obtida habilidade era o passaporte para salário melhor em emprego na cidade. Os operadores de telégrafo logo aumentaram as fileiras das classes médias emergentes.

           A telegrafia também era considerada atividade apropriada para mulheres. Em 1870, um terço dos operadores no escritório da Western Union em Nova York, maior escritório de telegrafia nos Estados Unidos, era do sexo feminino. Assim como os operadores habilidosos conseguiam se reconhecer mutuamente através dos cabos por seu estilo de Código Morse, muitos operadores alegavam ser capazes de reconhecer as operadoras. Inevitavelmente, romances foram iniciados através dos cabos - assim como acontecem hoje, por e-mail. Houve até um punhado de casamentos por telégrafo.

           Em uma cerimônia dramática em 1871, o próprio Samuel Morse deu adeus à comunidade mundial de operadores de telégrafo que ajudou a criar. Depois de um abundante banquete e muitos discursos aduladores, Morse sentou-se à mesa de um operador e, colocando seu dedo sobre uma chave ligada a cada cabo de telegrafia nos Estados Unidos emitiu com batidas sua despedida final diante do público que o aplaudia de pé.

           Na época de sua morte em 1872, o mundo estava bem e verdadeiramente conectado por cabo: mais de 1.040 quilômetros de linhas telegráficas e 48 mil quilômetros de cabos submarinos estavam pulsando com Código Morse; e 20 mil cidades e povoados estavam ligados à rede mundial. Assim como a Internet é hoje chamada freqüentemente uma "super-rodovia da informação", o telégrafo foi descrito na sua época como uma "rodovia instantânea do pensamento".

           Mas, na década de 1890, o auge do telégrafo de Morse como tecnologia de ponta estava chegando ao fim, com a invenção do telefone e a ascensão de telégrafos automáticos, precursores da teleimpressora (telex), nenhum dos quais exigia perícia na operação. O Código Morse, entretanto, estava para receber nova extensão de vida, graças a outra nova tecnologia: a telegrafia sem fio.

           Depois da invenção da radiotelegrafia por Guglielmo Marconi em 1896, seu potencial para uso no mar ficou rapidamente aparente. (* No Brasil, em São Paulo, em 1893 e 94, o genial Padre Roberto Landell de Moura realizava suas experiências, com êxitos, da transmissão, sem fios, por ondas eletromagnéticas e luminosas, da telegrafia e da fonia.)

           Pela primeira vez, os navios podiam comunicar-se entre si, e com a terra, independentemente do clima, e mesmo quando estavam fora do alcance visual. Em 1897, Marconi conseguiu enviar com sucesso mensagens de Código Morse entre uma estação terrestre e um navio de guerra italiano à distância de 19 quilômetros. O primeiro resgate marítimo após um pedido de socorro enviado por radiotelegrafia ocorreu em 1899, quando um farol flutuante nos estreitos de Dover relatou o encalhe do Elbe, navio a vapor. Dois anos depois, Marconi mandou o primeiro sinal de rádio transatlântico: três pontos, a letra "S" no Código Morse. Em 1910, equipamentos de rádio Morse eram comuns em navios.

           O afundamento do Titanic em 1912, entretanto, ressaltou a necessidade de operadores de rádio para ficar o tempo todo à escuta de pedidos de socorro. Após o desastre, constatou-se que o navio Californian estivera a apenas alguns quilômetros de distância, e centenas de vidas podiam ter sido salvas se o operador de rádio do navio estivesse de serviço e, assim, pudesse receber o pedido de socorro "SOS" do Titanic. Na primeira Convenção Internacional de Segurança de Vida no Mar (Solas), realizada em Londres em 1914, chegou-se ao acordo de que os grandes navios deveriam mais escuta de rádio 24 horas por dia.

           Esta regra permaneceu desde então, com as subseqüentes convenções Solas, introduzindo gradualmente novas regras para acompanhar o desenvolvimento de tecnologia como a radiotelefonia. O advento da tecnologia de satélite levou a Organização Marítima Internacional a emendar a convenção Solas em 1988 a introduzir GMDSS, um sistema automático de comunicações de emergência baseado em ligações por satélite e rádio.

           Operando desde de 1992, o equipamento GMDSS é compulsório em escala mundial desde 1º de fevereiro em todos os navios que excedem 300 toneladas, transportam 12 passageiros (ou mais) ou naveguem em águas internacionais. (Os proprietários de navios menores podem instalar o equipamento se desejarem.) Com o GMDSS, qualquer pessoa a bordo de qualquer navio em emergência precisa meramente apertar um botão para mandar um pedido de socorro contendo o número de identificação da embarcação e sua localização precisa - não há necessidade de operador especializado de Morse. Assim, depois de quase 170 anos, o Código Morse finalmente submergirá nas ondas.

           No que diz respeito a protocolos de comunicações, o Código Morse durou um período surpreendentemente longo. Deste modo, como poderia seu descendente moderno, o protocolo da Internet (TCP/IP) , se compara a ele? O TCP/IP foi criado em 1973, por Robert Kahn e Vinton Cerf (um homem com prestígio parecido com o de Morse, considerado "pai da Internet").

           Assim como o Código Morse antes dele, o TCP/IP está sendo melhorado para responder a novos desafios e tecnologias. Seu sistema de endereçamento está sendo reformulado para abrir espaço a bilhões de ligações adicionais e comportar os dispositivos sem fio que deverão proliferar nos anos vindouros e permitir que até os eletrodomésticos se liguem à rede. Cerf também está trabalhando uma forma de estender a Internet a outros lugares como a Lua e Marte, já que os atrasos enquanto os sinais de rádio viajam pelo espaço, tornam o atual protocolo inadequado.

           Melhorias adicionais virão: como é falado por computadores, e não por seres humanos, o TCP/IP pode ser adaptado com mais facilidade. Mesmo assim, no mundo da computação é improvável que o TCP/IP permaneça em uso contínuo por um século e meio, como conseguiu o Código Morse, seu ancestral.

A ORIGEM DO "73"


           A origem do "73", como sinal convencional de cumprimentos em mensagens telegráficas, tem sido atribuído a um jantar oferecido a ANDREW CARNEGIE, na data do seu 73º aniversário natalício pela ORDEM DOS TELEGRAFISTAS MILITARES. Esse jantar teve lugar a 27 de novembro de 1908, e o sinal 73 passou a ser atribuído ao seu 73º aniversário.           Todavia, investigações feitas revelam que muito antes daquela época já era usado o referido sinal. É do TELEGRAPH AND TELEPHONE AGE, de 1º de junho de 1934, o seguinte, que passamos a transcrever, e que se tem como autêntico:            Depreende-se de pesquisas feitas na história do Telégrafo que, em 1859, houve uma Convenção, um de cujos objetivos foi-se encontrar fórmulas para poupar palavras.            Nomeou-se então uma comissão para confeccionar um código exprimindo em números ou símbolos as "frases feitas".            Essa comissão desobrigou-se da tarefa apresentando um código numérico de 1 a 92. A maior parte desses números foram logo sendo abandonados, mas alguns continuaram a ser adotados até nossos dias, como por exemplo, o 4, com o significado: "Onde quer que eu prossiga?"           O número 9 significa "linha", isto é, que o Chefe está no aparelho e que, portanto, todas as comunicações devem ser interrompidas. O símbolo 13 significa: "Não compreendo"; o 22 "Saudades e beijos"; o 30 "Boa Noite" ou "Fim".            O símbolo mais usado presentemente é o 73, que significa "Meus cumprimentos" e o 92 que significa "entregue".            Os números intermediários aos acima caíram em quase completo desuso. Mr. J. L. Bishof, Telegrafista Chefe do Bureau de Comunicações do Departamento Naval, lembra-se decor dos sinais em uso em 1905, como segue:

           1 - Espere um momento.
           4 - Onde devo recomeçar na mensagem?
           5 - Tem alguma coisa pra mim?
           9 - Atenção ou desimpeça a linha (usado por chefes de telégrafos ou despachantes de trens).
           13 - Não entendo.
           22 - Saudades e beijos.
           25 - Ocupado em outro ramal.
           39 - Terminado ou vim (VA) (Mais usado pela imprensa para indicar o fim de uma história ou para encerrá-la).
73 - meus cumprimentos ou lembranças.
           92 - Entregue.

N

 

 

Amigos Radioamadores!

Anexo calendário de exames para o ingresso ao radioamadorismo.

Calendário de exames para o segundo semestre de  2009

SETEMBRO


CLASSE

DATA

HORÁRIO

LOCAL

INSCRIÇÕES
 ATÉ

VAGAS

PROVA MORSE

PROVA NO
 COMPUTADOR

 C

10/09/2009

08:00

ANATEL

08/09/2009

2

Não

Sim

 C

10/09/2009

10:00

ANATEL

08/09/2009

2

Não

Sim

 A

11/09/2009

08:00

ANATEL

09/09/2009

2

Não

Sim

 C

11/09/2009

10:00

ANATEL

09/09/2009

2

Não

Sim

 C

24/09/2009

08:00

ANATEL

22/09/2009

2

Não

Sim

 C

24/09/2009

10:00

ANATEL

22/09/2009

2

Não

Sim

 A

25/09/2009

08:00

ANATEL

23/09/2009

2

Não

Sim

 C

25/09/2009

10:00

ANATEL

23/09/2009

2

Não

Sim

 B

28/09/2009

09:00

ANATEL

26/09/2009

6

Sim

Não document.getElementById("ImgAguarde").style.display = "none";

OUTUBRO

CLASSE

DATA

HORÁRIO

LOCAL

INSCRIÇÕES
ATÉ

VAGAS

PROVA MORSE

PROVA NO
 COMPUTADOR

 A

16/10/2009

08:00

ANATEL

14/10/2009

2

Não

Sim

 C

16/10/2009

09:30

ANATEL

14/10/2009

2

Não

Sim

 C

16/10/2009

11:30

ANATEL

14/10/2009

2

Não

Sim

 B

29/10/2009

09:00

ANATEL

27/10/2009

6

Sim

Não

 C

30/10/2009

08:00

ANATEL

28/10/2009

2

Não

Sim

 C

30/10/2009

10:00

ANATEL

28/10/2009

2

Não

Sim

NOVEMBRO


CLASSE

DATA

HORÁRIO

LOCAL

INSCRIÇÕES
 ATÉ

VAGAS

PROVA MORSE

PROVA NO
 COMPUTADOR

 A

13/11/2009

08:00

ANATEL

11/11/2009

2

Não

Sim

 C

13/11/2009

09:30

ANATEL

11/11/2009

2

Não

Sim

 C

13/11/2009

11:30

ANATEL

11/11/2009

2

Não

Sim

 B

26/11/2009

09:00

ANATEL

24/11/2009

6

Sim

Não

 C

27/11/2009

08:00

ANATEL

25/11/2009

2

Não

Sim

 C

27/11/2009

10:00

ANATEL

25/11/2009

2

Não

Sim

DEZEMBRO


CLASSE

DATA

HORÁRIO

LOCAL

INSCRIÇÕES
 ATÉ

VAGAS

PROVA MORSE

PROVA NO
 COMPUTADOR

 A

11/12/2009

08:00

ANATEL

09/12/2009

2

Não

Sim

 C

11/12/2009

09:30

ANATEL

09/12/2009

2

Não

Sim

 C

11/12/2009

11:30

ANATEL

09/12/2009

2

Não

Sim

 B

17/12/2009

09:00

ANATEL

15/12/2009

6

Sim

Não

 C

18/12/2009

08:00

ANATEL

16/12/2009

2

Não

Sim

C

18/12/2009

10:00

ANATEL

16/12/2009

2

Não

Sim

 

73 de Haroldo PP5HR

 

 

Como guardar as baterias por muito tempo
Como trabalhar um
a estção DX
Atenção com suas bateria
Aprendendo a carregar as baterias
Refração troposférica
Propagação transequatorial
Comunicação via satélite
Hino do Radioamador
Hino do Radioamador música MP3
Pinagem de cabos diversos
Conectores de Micro
Aterramento e RF
Cálculo para antens dipolo
O que é o serviço de radioamador
Divisão das faixas e sub faixas no radioamadorismo
Tabela de cabos coaxiais
Refletometria no domínio do tempo - medições em cabos coaxiais
Ruidos de linha como identificá-los
Sucesso nas comunicações em QRP
Guia de reportagem RST
Beacons